Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

"Não lixem o nosso posto de trabalho"

"Sócrates, escuta, és um filho da p..." e "O Sócrates não cumpriu, vai para a p... que o pariu" foram alguns dos insultos proferidos pelos estivadores que rebentaram ainda vários petardos.(Expresso)

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Dois agentes da PSP baleados na cara às portas do bairro de Santa Filomena, na Amadora

«Uma chamada para uma ocorrência, hoje à tarde, no bairro de Santa Filomena, na Amadora, acabou com um tiroteio contra os dois agentes da PSP que acorreram ao local. Os agentes, ambos baleados na cara, foram transportados para o Hospital de São José mas o estado de saúde era considerado estável. Os autores dos disparos não foram identificados, o que levou a que a polícia levantasse um cerco ao bairro. (...) Segundo a população, o ambiente que se vive na Amadora é de autêntica “guerra civil”, sendo Santa Filomena, bairro 6 de Maio e a Cova da Moura os locais mais problemáticos do concelho e dos mais falados a nível nacional. Foi na Amadora, em 2005 que três agentes da PSP morreram. E não é só a imagem que passa para o exterior, queixam-se os locais. O ambiente para a população e comerciantes é de “terror”, afirmam.(...)» - Público

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

500 mil desempregados / 500 mil imigrantes

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Universidade de Verão da Associação Terra e Povo

No próximo sábado, dia 27 de Junho, decorrerá em Lisboa a primeira Universidade de Verão da Associação Terra e Povo, que contará com a presença de vários oradores de diversos países. A recepção dos participantes será feita a partir das 10 horas e os trabalhos iniciar-se-ão às 10:30, prevendo-se que terminem às 17:30. As inscrições são limitadas e obrigatórias, devendo ser feitas por correio electrónico ou telefone. O preço é de € 30 e inclui almoço. Associados e estudantes beneficiam do preço reduzido de € 25.

Fonte: Associação Terra e Povo

Nota: Humberto Oliveira e Duarte Branquinho, dois dos oradores, são militantes e dirigentes do PNR.

Sábado, 20 de Junho de 2009

Projecto Património Verde 2009

«No ano passado demos início em Esposende a este projecto que visava a protecção florestal, conforme foi referido na altura: "Como Nacionalistas, a defesa do património natural e cultural é uma das nossas preocupações fundamentais. Como tal, no próximo dia 29 de Agosto, sexta-feira, o núcleo do PNR de Viana do Castelo promove uma acção de vigilância florestal no mítico Monte de S. Lourenço, no concelho de Esposende." É com uma ponta de orgulho que afirmamos que este projecto foi um sucesso e, como tal, este ano voltará a ser realizado. O Projecto Património Verde 2009 será em Barcelos, mais propriamente no Monte do Facho no dia 25 de Julho. Em 2009 para além da componente de vigilância e protecção florestal iremos plantar algumas dezenas de Carvalhos. Para participares contacta vianatp@gmail.com».

Mais info e fonte: bragaterraportuguesa.blogspot.com

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Saramago e Liberdade no lugar de Pessoa

«Exame foi fácil e acessível, disseram os alunos, mas a matéria da composição não foi recebida com muita alegria. Os alunos da Escola Rodrigues de Freitas, no Porto, gostaram da prova de Português. Ou seja, foi fácil. Duas professoras, apesar de ainda só terem dado uma vista de olhos à prova, corroboraram a opinião dos alunos e consideraram que ela foi "simpática". Dos tema escolhidos para o exame apenas a composição sobre a liberdade não mereceu opinião positiva. "Correu bem", dizia entre sorrinhos envergonhados Irina Costa, que quer seguir Turismo e, por isso, precisa de uma boa nota a Português. "Estou confiante, desde que não saísse o "Memorial do convento", estava tudo bem", desabafou. (...) Pedro Branco, que quer seguir Design, também não fugiu à opinião dominante. "Correu bem, era um exame fácil". Quase todos os temas eram do seu agrado. "Pensava que ia sair o 'Felizmente há luar' e saiu. Saiu pouco Fernando Pessoa e ainda bem porque não estava muito confortável." Mas, para Pedro, o tema da dissertação é que podia ser outro. "A composição era sobre a liberdade e este não era um tema que eu dominava", confessou. (...)» - Fonte Jornal de Notícias

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Empresários madeirenses denunciam comerciante ilegal chinês

«Um empresário chinês foi detido esta semana no Porto Santo pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), três meses depois de ter sido visado por um abaixo-assinado subscrito por empresários da ilha. A operação do SEF culminou em Tribunal na passada quarta-feira com a ordem de expulsão do emigrante e teve como primeira consequência o encerramento da loja de pronto-a-vestir que tanto deu que falar na ilha. Três meses antes, quando o comerciante se preparava para abrir o negócio, 90% dos empresários porto-santenses do ramo de pronto-a-vestir e acessórios puseram a circular um abaixo-assinado contra a abertura de mais uma loja chinesa. "Uma invasão"que "põe em risco os estabelecimentos existentes e os postos de trabalho", dizia o documento entregue na autarquia porto-santense. O abaixo-assinado chegou também à Associação Comercial e Industrial do Porto Santo (ACIPS) que, de forma célere, tratou de encaminhar a reivindicação do tecido empresarial do sector para o SEF, para a Inspecção das Actividades Económicas e para a Direcção Regional dos Assuntos Fiscais. As diligências deram frutos. Não no primeiro mês, nem no segundo, mas no terceiro. O SEF deteve o comerciante chinês por permanência ilegal no país, levou-o a Tribunal que decretou a sua expulsão. O SOS Racismo estranha esta actuação, acusando o SEF de ceder a pressões populistas.(...)» - Expresso

Domingo, 14 de Junho de 2009

Torres Vedras Terra Portuguesa

Assista gratuitamente à inauguração do blogue Torres Vedras Terra Portuguesa.

Para saber mais clique aqui.

Sábado, 13 de Junho de 2009

Bruno Gollnisch, eurodeputado e vice-presidente da Frente Nacional francesa

«A propósito das Eleições Europeias, que se realizam no próximo dia 7 de Junho, o PNR fez duas perguntas a Bruno Gollnisch, eurodeputado e vice-presidente do Front National, partido nacionalista francês liderado por Jean Marie le Pen.(...) Facto interessante: O restaurante mais próximo à nossa nova sede nacional em Nanterre, é um restaurante popular português, cujo proprietário de origem portuguesa, está filiado na Frente Nacional. É com bastante regularidade que na companhia de Jean- Marie Le Pen frequentamos este estabelecimento de gente simpática.» - Clicar para ler.

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

10 de Junho 2009 - Vídeo, fotos e texto



Fotos (clicar na imagem para ver galeria):
PNR - 10 de Junho de 2009

Texto: Discurso de José Pinto-Coelho.

Terça-feira, 9 de Junho de 2009

10 de Junho - Dia de Portugal

O Partido Nacional Renovador anuncia que, como vem sendo habitual, vai realizar uma manifestação para assinalar o Dia de Portugal, que se celebra oficialmente a 10 de Junho, e cujo feriado este ano calha numa quarta-feira. O início da manifestação tem hora marcada para as 16h, no Largo Camões em Lisboa, seguindo-se um desfile até à Praça dos Restauradores, local onde estão previstos discursos por parte dos organizadores. Para o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, "o facto do PNR ser o único partido português que organiza uma manifestação patriótica, no Dia de Portugal, é sintomático da forma como os partidos do sistema tratam não só o nosso país mas o nosso povo, do qual apenas se lembram para pedir votos". "Quando há eleições, todos eles aparecem a fazer apelos cínicos e hipócritas aos portugueses, mas só o PNR se preocupa verdadeiramente não só com o nosso passado, mas também com o presente e, sobretudo, com o futuro de Portugal e dos Portugueses", afirma Pinto-Coelho.

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Resultado das Europeias e mensagem de agradecimento do PNR

«Numa altura em que ainda faltam apurar votos nos consulados, de portugueses residentes no estrangeiro, sabe-se que a candidatura do PNR às Eleições Europeias de 2009 mereceu a confiança de, pelo menos, 13.029 eleitores. Trata-se de um aumento de 4.915 votos, em relação às últimas europeias de 2004, o que representa uma notável subida de 60,6%. O PNR agradece, antes de mais, a todos os que se empenharam na candidatura encabeçada pelo Prof. Humberto Nuno Oliveira, bem como a todos os portugueses que confiaram o seu voto à alternativa nacionalista. Entramos agora, já a partir de hoje, em pré-campanha para as eleições autárquicas e legislativas que se realizam este ano, para as quais contamos, novamente, com a ajuda de todos os militantes e simpatizantes do PNR.» - Fonte PNR

Domingo, 7 de Junho de 2009

Convívio hoje

O cabeça-de-lista do PNR, Humberto Nuno Oliveira, bem como outros membros da lista e direcção do partido, estarão hoje, a partir das 19h, no hotel IBIS da Av. Casal Ribeiro em Lisboa (sala Saldanha) para conviver e acompanhar os resultados das eleições europeias. Todos os militantes e simpatizantes estão convidados a comparecer. Se não sabe onde fica consulte a localização no Mapa do Google.

Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Vota PNR. Por Portugal!


Nesta recta final da campanha eleitoral é de extrema importância lembrar, ou relembrar, os familiares, amigos, colegas de trabalho, vizinhos, entre outros, para votar no PNR. Para isso devemos recorrer a todos os meios ao nosso alcance: telefone, SMS, internet, correio-electrónico, redes sociais, etc. Se nada fizermos, nada acontece. No próximo dia 7 de Junho é imprescindível que votemos no PNR. Por Portugal!

Jantar de encerramento da campanha


Decorreu ontem em Lisboa, no restaurante Solar de Alcântara, o jantar de encerramento da campanha do PNR, onde se juntaram 60 apoiantes da lista do partido às eleições europeias. No final, Humberto Nuno de Oliveira falou aos presentes e à imprensa, fazendo um balanço da campanha, agradecendo a motivação de todos os que nela colaboraram e apelando à mobilização de todos para que no próximo dia 7 de Junho a votação no PNR seja histórica.


Europrofiler, para os (ainda) indecisos

Este é para fazer o seu perfil (clicar na imagem):




Depois, no Domingo, é:

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

PNR reúne com o SNPM

O cabeça-de-lista do Partido Nacional Renovador (PNR), Humberto Nuno de Oliveira, reuniu-se hoje à tarde em Lisboa com o representante na Região Sul do Sindicato Nacional das Polícias Municipais (SNPM), Nuno Neves, secretário de Direcção.

Entre vários assuntos relativos à segurança, uma das bandeiras do PNR, falou-se do projecto de lei que está para ser aprovado em Conselho de Ministros que vai ao encontro de muitas das propostas de luta do SNPM, mas que foi rejeitado pela Associação Nacional de Municípios. Tal como o PNR, o SNPM defende que as polícias municipais de Lisboa e Porto devem ser constituídas por quadros próprios sem recorrerem ao recrutamento de elementos na PSP. Foram ainda abordadas questões como as ideias de cada Município relativamente às competências da Polícia Municipal, ao fardamento distinto e à necessidade da criação de uma central nacional de compras.

PNR em Alcântara

Decorreu ontem uma acção de campanha do PNR em Alcântara, onde foi visitado o respectivo mercado. Não foi a primeira vez que o partido aí se deslocou e o presidente, José Pinto-Coelho, foi reconhecido por vários dos vendedores, que manifestaram o seu apoio.

À saída, durante a distribuição de folhetos aos transeuntes, o cabeça-de-lista, Humberto Nuno de Oliveira, teve a oportunidade de falar com uma imigrante croata que vive no nosso país há vários anos, explicando-lhe que o PNR não é contra os imigrantes, mas contra uma política de portas escancaradas à imigração. Perante alguma resistência inicial, devida talvez às perguntas da imprensa, a jovem acabou por revelar que concordava com muitas das posições do partido, nomeadamente no que respeita aos limites à imigração, à UE e aos efeitos da moeda única. No entanto, afirmou que nunca votaria neste partido ou em qualquer outro, aqui ou no seu país, por considerar que os actuais políticos descredibilizaram totalmente o sistema representativo.

PNR reúne com o SPP/PSP

Ontem o cabeça-de-lista e o presidente do partido estiveram na reunião entre o PNR e o presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP), António Ramos, onde foram discutidas questões sobre a segurança do nosso país e as adversidades que enfrentam as nossas forças policiais. A segurança é, como sabido, uma das grandes bandeiras do PNR e foi óptimo verificar a concordância de várias das propostas do partido com as do SPP/PSP, nomeadamente a da fusão da PSP e da GNR num corpo único de polícia nacional.

A reunião teve cobertura da imprensa, que no final entrevistou Humberto Nuno de Oliveira e António Ramos. O candidato do PNR afirmou que “As pessoas devem saber que se a polícia não age é porque não tem meios, porque está desautorizada, está num país de pernas para o ar onde o criminoso é sempre um bom, um desgraçadinho, um indivíduo cheio de problemas sociais e o agente da autoridade é sempre um malandro que persegue esses jovens desenquadrados, essa gente coitadinha, tão desprotegida da sociedade”. António Ramos partilhou esta posição e disse que de modo a garantir a segurança dos cidadãos é necessário “uma polícia motivada no aspecto dos meios humanos e materiais”.

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

José Pinto-Coelho é o alvo a abater pelo Ministério Público

José Pinto Coelho, presidente do PNR, emitiu um comunicado de imprensa onde explica a mais recente atitude persecutória do Ministério Público, através de uma Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento, a propósito da afixação - e posterior remoção ilegal - de um cartaz de propaganda daquele partido colocado na rotunda de Entrecampos.

Recorde-se que o cartaz em causa foi mandado retirar, de forma ilegal, pelo (na altura) vereador do Bloco de Esquerda José Sá Fernandes. O PNR, queixou-se ao Ministério Público, que simplesmente arquivou a queixa, por decisão da tal Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento, como se uma queixa de remoção ilegal de propaganda tivesse alguma coisa a ver com crime especialmente violento.

Entretanto, a mesma Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento, liderada pela Procuradora Cândida Vilar, vem agora acusar José Pinto-Coelho com um despacho que poderia figurar em qualquer museu da Inquisição: além de anteriormente ter considerado legítimo o acto ilegal de Sá Fernandes - conforme foi, na altura, referido por diversas personalidades como Pacheco Pereira, Lobo Xavier ou Marinho Pinto - o Ministério Público considera ainda que, ilegal, é o PNR pronunciar-se contra a imigração.

Resumindo, a Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento, que pelos vistos não tem mais nada que fazer do que andar a imiscuir-se em questões políticas, sobretudo numa altura em que o crime violento aumenta consideravelmente, considerou o acto ilegal de Sá Fernandes como legítimo mas, ao mesmo tempo, considera a afixação do cartaz um crime, pelos vistos especialmente violento, ao contrário da opinião do próprio Procurador Geral da República, Pinto Monteiro (ver notas).

A pergunta que se coloca: porque é que é uma auto-denominada Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento, liderada pela Procuradora Cândida Vilar, a analisar questões relacionadas com afixação ou remoção de propaganda política?

Notas:
- Pacheco Pereira e Lobo Xavier contra a atitude persecutória de Sá Fernandes: Vídeo no YouTube
- Marinho Pinto diz que só um juiz podia ordenar a remoção do cartaz: Notícia na RTP
- Procurador Geral da República diz que cartaz do PNR não é ilegal: Notícia do Expresso

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

PNR - Tempo de Antena - Europeias - (5 de 5)

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Lei da Nacionalidade é o cerne da questão, não a Lei da Imigração...

No início de 2006 foi aprovada uma nova Lei da Nacionalidade, com os votos favoráveis do PS, PSD, PCP e "Verdes" e as abstenções do CDS-PP e do BE, que segundo José Sócrates, na altura, "está à altura dos tempos para Portugal e envia às comunidades imigrantes uma mensagem importante: Portugal gosta de os ter cá e que os seus filhos sejam portugueses e tenham um futuro em Portugal".

Vitalino Canas, o agora provedor do trabalho temporário, também disse que a lei era boa e Nuno Magalhães, do CDS-PP, dizia que as alterações fundamentais "são adequadas, sensatas, importantes e iguais às nossas propostas".

Mas afinal de contas o CDS-PP não tinha bem uma opinião, pois absteve-se, e a lei que está no centro da questão política, a lei essencial na questão da imigração, foi aprovada. Porque é essa, a Lei da Nacionalidade, que é o cerne da questão nesta matéria e não a chamada Lei da Imigração, que passa a vida na boca de Paulo Portas - mas apenas nos períodos pré-eleitorais e como arma de arremesso político. Até porque o CDS-PP quando estava no Governo de coligação com o PSD exigiu uma quota de imigrantes superior ao número que foi proposto pelo PSD.

A Lei da Imigração estipula quotas para o número de imigrantes que devem entrar, ou não, todos os anos em Portugal enquanto que a Lei da Nacionalidade é que define o estatuto dos que entram ou já cá estão, sejam de primeira, segunda ou terceira geração e/ou seus descendentes.

Interessa pouco apenas reduzir o número, num milhar ou dois, nos milhares de imigrantes que poderão vir a entrar em Portugal, seja ilegalmente ou a convite do governo, para virem baixar ainda mais os salários e engrossar as fileiras dos subsídio-dependentes que já cá estão, muitos a viver de rendimentos mínimos, subsídios de desemprego e habitação social gratuita (ou, melhor dizendo, paga por todos os que trabalham e pagam impostos - não pelos políticos que as atribuem, sobretudo em campanha eleitoral).

O PNR defende, por exemplo, o princípio do 'jus sanguinis', ao invés do princípio 'jus soli' actualmente em vigor e tão do agrado do CDS-PP, e defende ainda que devia não só restringir-se as entradas maciças de imigrantes mas, sobretudo, iniciar-se um ciclo de reversão dos fluxos migratórios, ou seja um efectivo repatriamento de imigrantes e a criação de políticas que evitem a fuga dos milhares de portugueses que, todos os anos, abandonam Portugal.

Mas com a actual Lei da Nacionalidade, não só continuam as políticas de progressiva substituição de nacionais por estrangeiros, com desculpas inacreditáveis como a promoção da natalidade (como se esta não devesse ser promovida com portugueses), como é impossível repatriar a grande maioria dos imigrantes que chegaram a Portugal porque estes já são considerados portugueses, graças aos princípios da lei que o CDS-PP considerou "adequada, sensata, importante e igual às suas propostas".

Afinal de contas, com tanta promessa eleitoral e demagogia, vinda sobretudo de Paulo Portas, quem é que o CDS-PP quer repatriar (ou enganar...) quando, nesta altura, e com o beneplácito daquele partido, a quase totalidade dos imigrantes que chegaram a Portugal nos últimos anos já são considerados portugueses?!

Os media estão ao serviço dos corruptos e ladrões que nos arranjaram 'a crise'

O PNR não tem comentadores diários em programas de opinião, nem artigos de jornais a divulgar diariamente as suas ideias e propostas, únicas no espectro político português, como têm os representantes dos cinco partidos do sistema. Por isso é muito importante divulgar, a todos os nossos contactos, as entrevistas 'online', as páginas de apoio, os vídeos, textos e cartazes, etc.

Não podemos esquecer que os políticos do sistema, começando no PS e PSD, mas passando por CDS, BE e PCP, e indo até aos PND's, MRPP's e afins, há vários anos que têm comentadores residentes, e semanais, em vários canais de televisão.

Quem não se lembra de ver e ouvir, todas as semanas, António Vitorino, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes, José Sócrates, Manuel Monteiro, Paulo Portas, Nuno Melo, António Filipe, Joana Amaral Dias, Daniel Oliveira, etc., etc., etc.?

Pois eles são, todos esses políticos do sistema, responsáveis pelo actual estado do país, que atravessa não só uma crise de contornos internacionais mas, sobretudo, uma crise nacional.

Uma crise que começa, antes de mais, nos valores que são ensinados e transmitidos, mas que se estende à forma como eles (os políticos do sistema) entendem a causa pública, uma causa que serve os seus próprios interesses (como se viu recentemente a propósito da lei dos partidos, aprovada por todos os partidos do parlamento, sem excepção) e não o interesse das pessoas, que pagam do seu bolso os devaneios e caprichos de uma classe política geralmente corrupta e totalmente anti-nacional.

O PNR - o único partido nacionalista em Portugal, portanto o único não-federalista, não-internacionalista, não-mundialista - que anda em campanha todo o ano única e exclusivamente graças ao esforço dos seus militantes, nunca teve um comentador em programa algum, seja de rádio ou televisão, nunca teve uma coluna num jornal nem primeiras páginas com as suas propostas, ideias ou comunicados, como têm os cinco partidos do sistema.

Por isso é muito importante fazer chegar a mensagem através da internet, seja divulgando textos, cartazes, entrevistas, vídeos, ou enviando simplesmente os 'nossos endereços online' aos nossos familiares, amigos, colegas e conhecidos e pedir a eles que os redistribuam também.

Domingo, 31 de Maio de 2009

O CDS-PP continua a mentir de forma descarada

A hipocrisia e mentiras do CDS-PP continuam. Desta vez, diz Paulo Portas que "PS e PSD vivem em união de facto" e "Nuno Melo critica o federalismo do PS e PSD". É preciso ter noção que tanto Paulo Portas como Nuno Melo estão a mentir aos portugueses, de forma descarada, por se encontrarem em campanha eleitoral. Aliás, prática habitual no CDS-PP, dizer uma coisa em campanha e fazer outra diferente imediatamente a seguir. Ora bem, o CDS-PP defende o Tratado de Lisboa, portanto defende o tal federalismo que, de forma hipócrita, acusa ao PS e PSD (lembrar que o PNR foi o único partido político português que se manifestou, 'in-loco', contra a assinatura do Tratado de Lisboa). E quanto a uniões de facto, é de salientar que o CDS-PP faz parte do mesmo grupo político no parlamento europeu que o PSD (o PPD-DE). Portanto, votar CDS é igual a votar PSD, com a agravante que o CDS-PP mente descaradamente por se encontrar em campanha, e ponto final.

PNR em Rio de Mouro

O candidato do PNR, Humberto Nuno Oliveira, esteve presente hoje em Rio de Mouro, onde participou num almoço-convívio e distribuiu propaganda junto à estação de comboios. A comitiva do PNR cruzou-se com um grupo de "jovens" que insultaram o candidato, certamente porque este pretende acabar com a pouca vergonha da política de subsídios, sobretudo para pessoas que se deslocam de Mercedes topo de gama, como era o caso...

Tempo de Antena (4 de 5)

"Contrato ruinoso dos blindados tem 'ligações' ao CDS-PP"

«O contrato dos blindados Pandur, que tem sido objecto de polémica e se revelou ruinoso para o Estado, foi assinado cinco dias antes das eleições de 2005. O líder da empresa portuguesa que participou no negócio era dirigente do CDS-PP.» - Ler mais no SOL.

Alguém falou em "basta de corrupção"?

Sábado, 30 de Maio de 2009

«Candidato do PNR acusa CDS de se colar às suas propostas»

«O cabeça-de-lista do Partido Nacional Renovador (PNR) às europeias, Humberto Nuno de Oliveira, acusou hoje o CDS-PP de “colagem” às propostas defendidas pelo seu partido desde há cinco anos. “Não posso deixar de constatar com uma certa surpresa, embora ficando muito satisfeito, que ontem à noite (sexta-feira) as declarações do candidato do CDS-PP quase podiam ser as minhas”, ironizou Nuno de Oliveira, em declarações aos jornalistas numa acção de campanha em Coimbra. “Acho engraçado e simultaneamente estranho, porque há cinco anos, quando o CDS estava no Governo, questões como lei das quotas, da imigração e da nacionalidade foram bandeiras nossas, e ontem vejo que uma pessoa que há cinco anos tinha responsabilidades governativas a pegar exactamente nesses temas”, sublinhou o candidato.» - Ler mais no Público.

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

"Vital Moreira associa PSD à "roubalheira" do BPN"

"Vital Moreira associa PSD à "roubalheira" do BPN". Muito bem, agora poderá o PSD responder à letra e tentar associar o PS ao Freeport. Depois, poderá vir o BE associar o CDS ao caso dos submarinos e, entretanto, o CDS poderá responder ao BE sobre a autarca de Salvaterra. E o PCP, antes de meter a cabecinha de fora, poderá ouvir falar no Carlos Sousa de Setúbal. No final, toda a gente poderá ficar a conhecer melhor o que é o bloco central, dos interesses e negociatas, o tal partido único e suas cinco sub-secções. Continuar a votar neles? É uma hipótese, para manter tudo na mesma...

PNR - Tempo de Antena - Europeias - (3 de 5)